Soneto da Separação

17 08 2009

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama

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http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/08/17/soneto-da-separacao/


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